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Mostrando postagens com o rótulo capítulo 4

#Coluna do Nobre: Romeo (Capítulo 4)

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   Esperava tudo menos essa decepção, na verdade não se esperava nada porque mal o conhecia, era de se esperar algo parecido, olha se contradizendo novamente, esse clichê que a perseguia de um homem perfeito. Se ao menos a palavra perfeição tive algum sentido. Flora ligou para o numero mais era um número errado. Não era o dele. Um homem muito ignorante pintou e bordou do outro lado da linha afirmando que estava sendo perseguido por esse número e iria a políciafazer um boletim de ocorrência porque sempre ligam nesse maldito número atrás de um Romeo e ele não morava lá. Estava chato porque não era a primeira e sim várias.    Na praça do bairro desconstruindo algumas coisas que conseguia observar, precisava admitir uma coisa: ele é lindo, ainda lembra-se da voz arrastada, o palito no canto dos lábios desenhados, sentia desejo de beijá-lo, desejo de sentir o gosto da boca dele. E de repente um tédio fuzilou todas suas entranhas. Será que Romeo existia. Seria um ...

#Coluna do Nobre: Drug Parte II (Capítulo 4)

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Um sentimento de se estar voltando começou a brotar, não me lembrava de nada e essa era a única certeza que eu ainda tinha em mãos. Abrir os olhos pela manha sabendo que tem alguém que te ama, teve uma historia com ela e você não lembra, destrói todos seus pensamentos e te faz reconstruir tudo. Meus olhos semicerrados tentando bloquear a luz do sol que entrava pela brecha da cortina. Levanto meio tonto. Passo em frente ao espelho e vejo um Alexandre evoluído, apesar de tudo. Vejo as tatuagens que havia em meu corpo e me pergunto como elas foram parar ali, porém lembrei que Arthur me explicara. A data do meu aniversario em números romanos, peitoral esquerdo. Ombro direito, um triangulo. Em cima do bíceps direito, duas listras pretas e grossas. Uma cruz na mão direta, aproximado do polegar. No peitoral direito outra data de nascimento. Mais de quem era? Lembro-me de sair daquele apartamento pegar o primeiro ônibus para longe dali. Fiquei perambulando pelo Aterro do Flamengo. Fiquei...

#Coluna do Nobre : Drug Parte I (Capítulo 4)

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Alexandre Esperava o que vindo de mim, sempre demonstrei zero confiança. Sempre disse que gosto de me manter livre, o bom menino virou mal, o mau menino jamais poderá ficar bom. Cafajeste. Era uma palavra doce na boca das meninas que já passaram pela minha cama. Mas, como um fantasma estou preso a você, a personificação boa de mim. Dirigindo a cento e vinte por hora com á radio no ultimo volume tentando afastar a espessa nuvem de pensamentos negativos percebo que fazer escolhas certas foge da minha realidade. Após uma tempestade você se previne como nunca antes porque sabe o poder que tem. Toma riscos pra si e tenta se encaixar num lugar seguro. Eu precisava assegurar num porto antes de tudo afundar. Notei que algumas coisas precisam chegar ao fim. Cedo ou tarde. — Garotão! — Billy se aproxima balançando o rabo. Recebo lambidas bem cheirosas para não dizer ao contrario. — Como você engordou amigão. — Filho, como você esta magro. — Na verdade estou malhando mamãe. E quê bom qu...

#4 Coluna da Marielle: Fabrício (capítulo 4)

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    Clarisse não quis tocar no assunto, apenas chorava em silêncio. Elas passaram a noite falando mal de Fabrício e comendo sorvete, pois Jane sabia que aquilo aliviaria a dor da amiga momentaneamente. Em nenhum momento ela falou do beijo com Fabrício. - Clarisse, eu juro para você, ele vai pagar. Bem caro. - Eu já nem quero mais pensar nisso Jane. Sei que você é bem vingativa quando quer, mas sei lá. No fundo Jane sabia que Clarisse ainda gostava muito do idiota que acabara de partir seu coração.     Na segunda feira seguinte, Clarisse decidiu ficar de molho em casa, e Jane foi para a escola, pensando em como colocar seu plano em ação e sem ter certeza de se e como faria isso. Mas depois do período de aulas,quando foi na biblioteca para devolver alguns livros e pegar outros, encontrou Fabrício na sessão de Ficção. - Jane, oi, como vai? - Melhor se você não estivesse aqui. - Eu já pedi desculpas pela sua amiga, não sabia que ela gostava de mim.- e...

#8 Coluna do Nobre: Bons meninos são maus (Capítulo 4)

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Este capítulo está super emocionante, vamos ver? Aconteça o que acontecer faça de tudo para chamar a atenção, seja bobo mais não ridículo. Seja brincalhão mais não pateta. Seja você e não egoísta. Ultimamente tenho sido menos eu há consequência em jogo que precisamos abaixar a bola. Minha vida não foi à mesma e nunca será depois que me ofereci para ajudar a subir com as compras. Sua família entrou na minha vida como uma enxurrada. Tudo que achava ser paraíso não é mais. Tudo que achava bonito se tornou feio. E o que era feio continua feio. Sai sem sentido essa parte do pensamento. Você me pergunta se esta tudo bem?, eu digo que sim. Vamos lá, bem, vejamos, porque não estaria bem. Qual é! Porque não estaria, afinal, quem vos fala é o Alexandre o Grande. O garanhão que as meninas imploram para tirar uma casquinha. Se fosse tudo fácil eu não me importaria em dar valor. A cada dia Beatriz tem sido difícil e o bom jogo de moça educada me enoja. Não sei se gosto dela. Não s...