#Resenha da Mari: As luzes mais brilhantes, de Augusto Alvarenga




        Olá galera! Este mês acabei de ler um do livros que ganhei de aniversário (foi em 24/Maio) , é de autor brasileiro e ambientado em São Paulo, em sua maior parte na magnífica Av. Paulista, se chama "As luzes mais brilhantes" e é do Augusto Alvarenga. Logo de início o título chama a atenção, assim como a capa que é muito atraente.
   Este lindo romance tem personagens que saem de certo modo do padrão de protagonistas de romance já que nosso casal se conhece numa situação constrangedora: um belo esbarrão na rua, ccom bicicleta no meio e tudo.
   O que poderia acabar só em um "desculpe" e cada um para seu lado, acaba numa conversa em um Starbucks (Hummmmmmmm). Assim, Julíen, um jovem com dificuldades extremas em seu relacionamento com sua mãe, a qual praticamente nunca vê, e Bruna, uma estudante de cinema acabam tornando um acidente em algo mais.
Confesso que tinha bem mais expectativas para o livro, porém como a história se passa num lugar que conheço de certo modo acabei curtindo acompanhar os passeios e aventuras deste novo casal.  Para incrementar a história, traumas do passado de Julién e planos de vida de Bruna podem colocar em xeque o destino do relacionamento.
 E ai? Será que este livro tem final feliz?
Para mim ele merece 4 estrelas e com certeza recomendo para ser aquela leitura tranquila numa tarde á toa.

#Coluna da Mari: O mau do escritor


O mau do escritor
03/06/2018

Olá pessoal!

- - - - X
Todo mundo tem dentro de si um escritor. Pode ser em maior ou menor proporção mas tem. Porém, entre esses que exercem seu lado autor tem um problema bem comum, além do famoso bloqueio criativo, é o excesso criativo. Pra quem vê assim não parece um problema, afinal o que tem de ruim em umas ideias a mais?
No meu exemplo: às vezes tenho períodos de seca total de idéias (T-O-T-A-L), mas tem tem momentos que isso se reverter e eu tenho demais. Daí você pensa: é só escrever, porém não é bem assim. Entre a cabeça do escritor e o papel/computador existe um universo inteiro que em várias situações é difícil de transcrever.
Agora associe isso a outro “mau”: a auto crítica severa. Para muitos escritores é difícil gostar do que escreve, ou então se fica em passar tempos reescrevendo para tentar atingir o ápice da perfeição.
Se você se identificou, se acalme, o dia a dia da escrita e o tempo ajudam a superar. Eu saí a duras penas do meu tempo sem escrever, é xin o passar dos dias as ideias voltam. Então não desista: Escreva!
Siga-nos no Instagram
@mcardosoescritora

#Coluna da Mari: Na quarta eu chorei


Na quarta eu chorei
26/05/2018

Boa noite galera

- - - - X
Esses dias  eu tenho passado por algumas coisas que tem me deixado meio tensa, e chorei.
Não escrevo esse post para me lamentar, mas para falar sobre o choro. O que ele tem de importante afinal? Eu na real não chorava daquele jeito faz tempo, mas chorar pode lavar a alma. A gente vive numa era onde as pessoas ou expõe demais o que sentem, ou se fecham demais, e muitas vezes ninguém liga.
Se alguém se mostra demais é dramático, é “mole" , ou exagerado, já quem não o faz é fechado. Quem nunca quis um colo amigo, um apoio? Nesses tempos de “extremismo” geral, é importante pensarmos no que sentimos, saber o momento de mostrar isso, mas também de ser sensível para com o outro e amparar quem precisa.
Bora pensar nisso?

Insta: @mcardosoescritora

#Coluna da Mari: Platônico



Platônico

Hello galera!

- - - - X

Quem nunca teve uma paixonite na vida que atire a primeira folha de caderno com o nome do (a) amado (a) escrito dentro de um coração, digo, que atire a primeira pedra.
Quando eu tinha uns 13, até meus 16, tive uma dúzia delas (não que não tenha mais), porém na época ainda tinha um certo ar de inocência, era aquele sonho acordado com o crush (termo que não existia), com estar do lado da pessoa e sentir as mãos suando ou ficar sorrindo igual bobo só de ver o alvo da paixonite.
Hoje em dia, não sei se por causa do avanço da tecnologia, ou dessa geração ser meio diferente da minha ou qualquer coisa do tipo, mas as “paixonites” meio que parecem ter sumido. As garotas não são mais tão tímidas, os rapazes menos ainda, já rola aquela paquera direta e reta, às vezes nem isso.
Não que seja contra um flerte mais óbvio, afinal nem todo mundo adivinha quando é alvo do afeto de alguém, mas aquele charme da paquera, a calma da conquista meio que virou fumaça, e o que era batalhado para ser conquistado ficou fácil demais e frágil demais.
Eu super apoio que as pessoas vão atrás do amor, mas isso não significa destruir etapas, afinal, o início é a parte mais doce.
Não esqueça de nos acompanhar no Instagram
@mcardosoescritora

#Coluna da Mari: Só vou ficar em paz quando...


Coluna da
Mari
Só vou ficar em paz quando...




Siga-nos no insta: @mcardosoescritora

Hello galera!

- - - - X
Como vão vocês? Estava pensando sobre o que escrever e decidi falarmos sobre um tema que fica na minha cabeça: Quem nunca pensou “só vou ficar em paz quando…?”
Eu pessoalmente volta e meia tenho essa ideia. Mas será que isso é bom? Nós temos sempre o hábito de querer coisas, de planejar, não que isso seja ruim, porém em muitos momentos isso pode ofuscar aquilo que temos. Daí você pensa “E de eu não tenho o que quero e estou justamente esperando?”, Eu claramente penso isso mas tenho ouvido muito e refletido que até que chegue ou aconteça aquilo pelo que estou lutando, eu vou ficar feliz pelo que tenho, ou então me manter firme até que aconteça.
É como querer ter uma Laranjeira, você não vai plantar a semente e ver os frutos lindos e suculentos, vai ter que cuidar e esperar ela crescer, e isso exige a ação do tempo e o mais difícil: paciência.
E é nessa paciente que podemos “ficar em paz enquanto não acontece”. Não é fácil, mas quando menos se esperar (e com esforço), iremos colher nossos suculentos frutos.


Marielle Cardoso

#Coluna da Mari: Modernidade líquida



Coluna da Mari
28 de Abril de 2018,

Modernidade líquida
Depois de uma sugestão, o post de hoje vai ser sobre Modernidade líquida do filósofo Zygmund Bauman.. Para quem ainda não sabe, nada mais é do que a descrição de uma era onde as pessoas e tudo que envolve suas vidas, seja relacionamentos, rotina, opinião política, planos e sonhos está imersa numa aura de brevidade, onde nada é durável e palpável.
  Na época dos nossos pais, a tecnologia e tudo o mais não era tão rápido como hoje, pra se estabelece uma relação, um objetivo, tinha-se que lutar, criar um laço, se preparar de fato. Não que hoje não se tenha, mas a globalização e a mudança da mentalidade social fez com que as distâncias se tornassem praticamente nulas e diminuísse a força com que uma relação fosse construída, deu tantas opções de destinos que criou pessoas que não sabem para onde vão ou que se frustram facilmente quando algo não dá certo.
No campo amoroso o que poderia ficar mais fácil - conhecer aquela pessoa perfeita - , afinal com a internet se pode falar com gente de toda parte, acabou se tornando frágil demais, não se tem tanto aquele esforço em criar um vínculo com alguém, já que se aquele contato se perder é fácil arranjar um substituto.
Em partes posso dizer que já vivi ou já “mergulhei” nessa liquidez, mas posso afirmar que precisamos ampliar como vemos a vida, e solidificar essa modernidade, afim de não acabarmos nos afogando nessa modernidade líquida e perdendo a humanidade que temos.Se quiserem saber mais sobre o assunto, procurem a obra de Bauman, descrita nos livros modernidade líquida, amor líquido, tempos líquidos




@mcardosoescritora

#Coluna da Mari: Menos pode ser mais



      Ultimamente tenho pensado muito na questão "amizade". Quem nunca gostou de ter muitos amigos, pessoas com quem passar um momento de descontração e/ou boas conversas?
   Eu já fui aquela pessoa que achava que todo mundo era seu (sua) amigo (a), para depois descobrir que estava equivocada. Claramente, acumulei uma quantia de decepções e amargor, afinal, a sensação de descobrir que não possui uma relação de confiança é de abalar certo?
  Mas graças a Deus a gente amadurece um pouco não é? E mesmo eu não me considerando exatamente a pessoa mais madura do mundo, com o tempo fui "deixando para trás" algumas pessoas. Algumas eu até falo ou vejo posts nas redes sociais, outras retomei contato e já outras nem sei mais por onde andam.
  Com o tempo, aprendemos a apurar o que pensamos que significa amizade, claro que isso não quer dizer escolher amigos como um processo seletivo de trabalho, mas saber realmente a quem dar nossa confiança e a quem dar provas de que pode confiar na gente. Faz parte da vida se socializar, mas faz parte também aprender a cultivar aquilo que pode nos fazer bem e nos apoiar: amizades verdadeiras, que mesmo sendo menos pessoas, pode significar mais.



Marielle Cardoso
Insta: @mcardosoescritora