#Coluna da Mari: Platônico



Platônico

Hello galera!

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Quem nunca teve uma paixonite na vida que atire a primeira folha de caderno com o nome do (a) amado (a) escrito dentro de um coração, digo, que atire a primeira pedra.
Quando eu tinha uns 13, até meus 16, tive uma dúzia delas (não que não tenha mais), porém na época ainda tinha um certo ar de inocência, era aquele sonho acordado com o crush (termo que não existia), com estar do lado da pessoa e sentir as mãos suando ou ficar sorrindo igual bobo só de ver o alvo da paixonite.
Hoje em dia, não sei se por causa do avanço da tecnologia, ou dessa geração ser meio diferente da minha ou qualquer coisa do tipo, mas as “paixonites” meio que parecem ter sumido. As garotas não são mais tão tímidas, os rapazes menos ainda, já rola aquela paquera direta e reta, às vezes nem isso.
Não que seja contra um flerte mais óbvio, afinal nem todo mundo adivinha quando é alvo do afeto de alguém, mas aquele charme da paquera, a calma da conquista meio que virou fumaça, e o que era batalhado para ser conquistado ficou fácil demais e frágil demais.
Eu super apoio que as pessoas vão atrás do amor, mas isso não significa destruir etapas, afinal, o início é a parte mais doce.
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#Coluna da Mari: Só vou ficar em paz quando...


Coluna da
Mari
Só vou ficar em paz quando...




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Hello galera!

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Como vão vocês? Estava pensando sobre o que escrever e decidi falarmos sobre um tema que fica na minha cabeça: Quem nunca pensou “só vou ficar em paz quando…?”
Eu pessoalmente volta e meia tenho essa ideia. Mas será que isso é bom? Nós temos sempre o hábito de querer coisas, de planejar, não que isso seja ruim, porém em muitos momentos isso pode ofuscar aquilo que temos. Daí você pensa “E de eu não tenho o que quero e estou justamente esperando?”, Eu claramente penso isso mas tenho ouvido muito e refletido que até que chegue ou aconteça aquilo pelo que estou lutando, eu vou ficar feliz pelo que tenho, ou então me manter firme até que aconteça.
É como querer ter uma Laranjeira, você não vai plantar a semente e ver os frutos lindos e suculentos, vai ter que cuidar e esperar ela crescer, e isso exige a ação do tempo e o mais difícil: paciência.
E é nessa paciente que podemos “ficar em paz enquanto não acontece”. Não é fácil, mas quando menos se esperar (e com esforço), iremos colher nossos suculentos frutos.


Marielle Cardoso

#Coluna da Mari: Modernidade líquida



Coluna da Mari
28 de Abril de 2018,

Modernidade líquida
Depois de uma sugestão, o post de hoje vai ser sobre Modernidade líquida do filósofo Zygmund Bauman.. Para quem ainda não sabe, nada mais é do que a descrição de uma era onde as pessoas e tudo que envolve suas vidas, seja relacionamentos, rotina, opinião política, planos e sonhos está imersa numa aura de brevidade, onde nada é durável e palpável.
  Na época dos nossos pais, a tecnologia e tudo o mais não era tão rápido como hoje, pra se estabelece uma relação, um objetivo, tinha-se que lutar, criar um laço, se preparar de fato. Não que hoje não se tenha, mas a globalização e a mudança da mentalidade social fez com que as distâncias se tornassem praticamente nulas e diminuísse a força com que uma relação fosse construída, deu tantas opções de destinos que criou pessoas que não sabem para onde vão ou que se frustram facilmente quando algo não dá certo.
No campo amoroso o que poderia ficar mais fácil - conhecer aquela pessoa perfeita - , afinal com a internet se pode falar com gente de toda parte, acabou se tornando frágil demais, não se tem tanto aquele esforço em criar um vínculo com alguém, já que se aquele contato se perder é fácil arranjar um substituto.
Em partes posso dizer que já vivi ou já “mergulhei” nessa liquidez, mas posso afirmar que precisamos ampliar como vemos a vida, e solidificar essa modernidade, afim de não acabarmos nos afogando nessa modernidade líquida e perdendo a humanidade que temos.Se quiserem saber mais sobre o assunto, procurem a obra de Bauman, descrita nos livros modernidade líquida, amor líquido, tempos líquidos




@mcardosoescritora

#Coluna da Mari: Menos pode ser mais



      Ultimamente tenho pensado muito na questão "amizade". Quem nunca gostou de ter muitos amigos, pessoas com quem passar um momento de descontração e/ou boas conversas?
   Eu já fui aquela pessoa que achava que todo mundo era seu (sua) amigo (a), para depois descobrir que estava equivocada. Claramente, acumulei uma quantia de decepções e amargor, afinal, a sensação de descobrir que não possui uma relação de confiança é de abalar certo?
  Mas graças a Deus a gente amadurece um pouco não é? E mesmo eu não me considerando exatamente a pessoa mais madura do mundo, com o tempo fui "deixando para trás" algumas pessoas. Algumas eu até falo ou vejo posts nas redes sociais, outras retomei contato e já outras nem sei mais por onde andam.
  Com o tempo, aprendemos a apurar o que pensamos que significa amizade, claro que isso não quer dizer escolher amigos como um processo seletivo de trabalho, mas saber realmente a quem dar nossa confiança e a quem dar provas de que pode confiar na gente. Faz parte da vida se socializar, mas faz parte também aprender a cultivar aquilo que pode nos fazer bem e nos apoiar: amizades verdadeiras, que mesmo sendo menos pessoas, pode significar mais.



Marielle Cardoso
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#Coluna da Mari: RomanceArte



RomanceArte
Marielle Cardoso

Ah o amor, o romance, o clima! Sempre que lemos ou ouvimos falar dele suspiramos pensando naquela pessoa, ou então lembramos de um filme da sessão da tarde com uma mocinha superando desafios e encontrando o amor verdadeiro.
Mas será que romance só cabe nesses filmes água com açúcar ou nos livros? Ou nas mensagens trocadas com a pessoa amada? Romance não é só apenas sobre beijos e “melosidade”, mas é sobre o estar bem com o amor, em ver o mundo mais vibrante e espalhar as emoções que explodem coloridas no peito.

E porque não RomanceArte com si mesmo? Afinal, o romance que se vive e se vê começa dentro da gente, e para isso ser autêntico, temos que nos romancear, nos amar, tanto as qualidades quanto os defeitos. Afinal, como já disse Jesus: “Amarás ao próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:38). Então viva o romance, e se ame.


#Coluna da Mari Recomenda! Plano de Negocios Profit Nemawashi




      Olá galerinha! Ressuscitando este humilde vlog para recomendar o canal de um amigo, o Reginaldo Alves, lá ele fala sobre o "Plano de Negocios Profit Nemawashi", que pode ser uma ferramenta bem interessante para você. Corre lá, assista e aproveite para se inscrever!



https://youtu.be/U07XWK8-uw0

#Popcorn Time: Atypical, série original Netflix




Atypical


     Atypical é uma das novas série do Netflix, e acredito que muitos de vocês já assistiram ou pelo menos já escutaram falar.
  O tema desde lançamento, de uma temporada (por enquanto), fala do autismo, mas não da forma como muitas pessoas poderiam pensar,ela engloba muito mais do que só o autismo, mas a vida da família e de como diferente do que a maioria pensa, tem pessoas com autismo que levam uma vida comum, também  tem os mesmos anseios e sentimentos de qualquer outro ser humano. A narrativa é feita a partir do personagem principal, o jovem Sam, que conversa com sua psicóloga Júlia sobre sua vida, emoções e mais recentemente sua vontade de ter uma namorada. O que para muitos rapazes seria uma “tarefa” fácil, para ele se torna um objectivo, onde para se alcançar exige estudo,pesquisa, e conselhos,alguns não muito comuns de seu amigo Zahid, além de situações um tanto tragicômicas no seu caminho para conseguir ter uma namorada. Mas a decisão de Sam afeta toda a família, já que a mãe Elsa , não tem confiança de que seu filho autista possa lidar bem com um relacionamento amoroso e com uma vida independente, já que ela mesma se dedica exclusivamente a cuidar do filho e da casa, se sentindo a única capaz de proteger ele. Enquanto isso , Casey, a filha, se vê com decisões importantes a respeito do futuro, e se preocupando com o irmão, com quem ela se preocupava na escola. Já o pai, Doug, no início é aquele personagem que se sente deslocado na família, mas que ao longo da mesma melhora seu relacionamento com os filho enquanto a mulher entra num conflito pessoal.
A série é super divertida e emocionante, e vale a pena assistir. Confesso que a personagem da mãe ganhou meu desafeto, porém num contexto geral aborda tanto o autismo quanto às relações de amizade e amor de modo bem natural e atrativo.


Marielle Pereira Cardoso
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