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Mostrando postagens com o rótulo crônicas

#Coluna da Mari: Ano novo, pessoa nova (?)

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  Primeiro post do ano, espero escrever mais em 2026. O momento da virada do ano, quando o relógio muda e entramos num calendário novo me parecia muito mágico quando eu era mais nova, como se aquela "virada" literal deixasse tudo de ruim para trás e tornasse a vida melhor. Embora eu ainda goste de ver o relógio mudar, tenho pensado um pouco mais e quero que em 2026 a mudança seja eu mesma (nada de filosofia barata), teve muita coisa em 2025 em que eu não fui a melhor versão de mim, seja comigo mesma ou com pessoas que amo. Uma mudança não vai ocorrer se a gente mesmo não buscar por isso, não é rápido mas um passo de cada vez se vai ao longe. Ter paz com a gente mesmo e progredir como pessoa é o que acredito que vai fazer com que 2026 seja um ano diferente. Estabeleci algumas pequenas metas em outras áreas também e estou otimista, quero olhar para mim mesma no fim desde ano e sentir orgulho de quem sou. E você, fez as suas metas?

#Coluna da Mari: O que eu estou fazendo da minha vida?

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  Ainda bem que blog não pega poeira, senão este já era (brincadeira). Ultimamente não tenho tido lá tempo e criatividade maaaas vamos lá. Estou no último semestre da faculdade (ignorando a matéria que ficou para o ano que vem) e tem sido um furacão de emoções esse ano todo. No semestre passado apresentei o TCC (graças a Deus A-PRO-VA-DAAA) e foi um alívio intenso. Diferente do que se espera eu não fiz a prova da OAB ainda, preferi deixar para o ano que vem, é uma pressão muito grande e sinceramente não me sinto pronta agora. Ano que vem é só uma matéria e sinto que será melhor.  Junto com o fim do curso vem o alívio e o desespero do que vem em seguida, fora da faculdade já é o "mundo real" e a advocacia não é algo que almejo como carreira (se você está chocado, não fique) mas mesmo assim é bom ter a OAB. O caminho dos concursos é o que prefiro, assim como outras pessoas, bem diferente do que eu pensava no começo do curso, os planos mudam e tá tudo bem. Um pouco mais para fre...

#Coluna da Mari: Loki 2ª Temporada: O Fardo de um glorioso propósito (CONTÉM SPOILER!!!)

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  A série "Loki" acabou e já deixou saudades (pelo menos pra mim). Fechando o arco de redenção do deus da trapaça e transformando-o em um deus "do fim do tempo". Ao longo da série nosso protagonista foi  capturado pela    AVT (Agência de de variância temporal) após  fugir com o Tesseract na batalha de Nova York. Loki acaba por aceitar a proposta do agente Mobius para capturar a variante que está matando os agentes da AVT, variante esta sendo uma dele próprio. Para resumir, junto de Sylvie  e Mobius, Loki descobre que a AVT não é o que parece, sendo uma invenção de Kang (ou "aquele que permanece") afim de manter a linha temporal sagrada intacta, linha esta que depende da vida do próprio Kang, que ao final da primeira temporada é morto por Sylvie, o que dá um estopim ao colapso das linhas temporais e início a 2ª temporada. Esta por sua vez trás Loki, Mobius e membros remanescentes da AVT em uma busca de algo que salve a agência, no caso, uma variant...

#Mari Escreve: Anseio satisfeito

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  Provérbios 13. Ouvir. 12 A esperança que se retarda deixa o coração doente, mas o anseio satisfeito é árvore de vida. Esse ano foi um grande desafio para mim, e alguns deles ainda precisarei enfrentar no ano que vem e estou aprendendo a lidar com a ansiedade de certas coisas em particular que eu anseio, e um dia em uma das minhas leituras da bíblia, li o versículo acima. A esperança pode ser algo maravilhoso mas também pode nos corroer á medida das nossas expectativas, especialmente quando lutamos e buscamos com nossas forças. E isso muitas vezes me causou amarguras e dores, com que tenho combatido diversas vezes. Ás vezes foco tanto no querer que esqueço o que eu tenho, digo isso sem positividade tóxica, ou vibe gratiluz.  Pude ser lapidada em diversos aspectos e ver melhor muitas coisas. Já o anseio satisfeito vejo como uma esperança realista, um desejar algo mas sem se consumir pela vontade, mas sim vivendo o hoje, as coisas boas, enquanto se batalha pelo que se almeja. E...

#Coluna da Mari: Sobre um diário: A arte de desabafar no papel

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  Há uns anos atrás eu mantinha um diário quase que religiosamente. Todos os dias eu escrevia nem que fossem duas linhas, e considerando que eu era uma adolescente, o conteúdo não era muito de se agregar. Apesar disso, aqueles diários foram um porto seguro para mim (e eu ainda tenho alguns daquela época)e serviram para aliviar desde as minhas dores de adolescente, até as angústias que eu sentia com relação á família, vida amorosa (que nem existia, igreja e etc. Ter um espaço onde eu podia colocar ara fora o que eu pensava e sentia, que era seguro, me fazia sentir um pouco melhor. Já faz alguns anos que não mantenho o hábito contínuo, mas volta e meia ainda escrevo em um. Ter a caneta e o papel para mim é muito melhor que o digital (não que eu ache errado, mas ajuda a organizar a mente, e em meio ao caos da vida adulta, ter um ponto de paz fora da tecnologia e fora do alcance de outras pessoas é maravilhoso. Não acho que as pessoas em sua maioria mantenha messe hábito, nem deve have...

#Coluna da Mari: Caminho no meio do caos

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  Esses dias comecei a ouvir um podcast chamado "Crentassos". Não se assuste com o nome, o podcast é bem divertido, fala sobre coisas da vida, filmes, livros e etc mas sob o ponto de vista de pessoas que vivem o cristianismo no dia a dia, sem manto de santidade suprema (é um bate papo). Enfim, não vou falar sobre o podcast em si, mas uma das frases que ouvi em um dos eps foi o título desse post, "caminho no meio do caos". Não sei para vocês, mas este ano está sendo bem cansativo e desafiador para mim. Basicamente sem energia, e indo muitas vezes no automático. Uma parte bem difícil tem sido cuidas da saúde mental, atualmente me sinto melhor em alguns aspectos mas em alguns é como uma gangorra, e eu geralmente acabo na parte de baixo. Mas também tenho a sensação de que todo mundo está assim um pouco, cansado, tentando dar conta das coisas e sem conseguir, ou então sem o sucesso almejado. Vejo também outras pessoas naquela rotina puxada se comparando com quem tem a ta...

#Coluna da Mari: No meio do caminho

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      Cá estou eu mais uma vez. Semana de provas finais do semestre na faculdade e estou bem é surtando (haha), rumando ao 6º semestre e pensando como vai ser.     Este ano estou estudando a noite, e está sendo bem exaustivo, ainda mais que estou trabalhando mais longe também. Daí diversas vezes me pego cedendo ao cansaço, me sentindo um tanto burra e pensando se conseguirei ir bem nas provas, atividades e etc.          Estou no meio do caminho para concluir a faculdade (sem contar o exame da Ordem) que são 10 semestres, e embora esteja mais longe do que no começo, parece que o caminho para o fim está muito mais longe que antes (não sei se faz sentido).     Acho que é normal sentir isso. Falam que para usufruir do sucesso é preciso suportar o processo mas também é preciso falar sobre como o processo pode ser longo, cansativo e com muitos sacrifícios. Esquecemos de olhar para o que passamos e olhamos para o quanto...

#Coluna da Mari: Amanhã eu penso nisso

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  Deus e o mundo sabe que faço terapia, não é segredo pra ninguém. Nesses últimos meses volta e meio enfrento a ansiedade de maneira mais ferrenha, e graças a Deus tenho vencido mais do que perdido. Tem noites que quando vou dormir, uma angústia me toma e me desespero, algumas ocasiões sem motivo. E evoco uma frase que li num livro chamado Os bebês de Auschwitz: "Amanhã eu penso nisso." Esta frase era um mantra de Hanka (senão me engano), uma das mulheres no livro que passou a gestação, parto e parte da vida do filho em campos de concentração. Num dos relatos históricos de sobreviventes da 2º guerra, esta frase me marcou. Aquela mãe repetia para si mesma afim de sobreviver dia após dia. É claro que nem comparo minha vida á dela, que foi indescritivelmente mais dura, e nem é minha ideia traçar um paralelo, só queria mostrar a origem da frase que uso mentalmente com frequência (inclusive recomendo a leitura do livro). Eeeeeenfim, essa frase me ajuda a colocar a mente em foco, e...

#Coluna da Mari: Morando sozinha

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  Olá galera! Primeiro post de 2023, portanto "feliz ano novo"!!! Essa semana, no dia 10 completou 4 anos que estou morando sozinha. Parece que foi ontem o primeiro dia dessa jornada. Jornada essa á princípio muito triste, foi uma mudança inesperada, onde me vi fora das asas da minha mãe e me sentindo solitária. Minha rotina e organização de vida precisaram mudar e eu tive que começar a realmente agir como uma mulher adulta. É claro que sei que não é a coisa mais terrível do mundo, e que diversas pessoas passam por isso, no entanto para mim em específico me levou a me deparar com coisas dentro de mim que negligenciei por anos e a enfrentar a solidão até que ela se tornasse solitude. Chorei pra caramba, amarguei bastante, pois mesmo tendo minha família próximo e tudo mais, não é a mesma coisa de estar morando junto, você se torna responsável por suas obrigações da casa, contas e tudo o mais que vem junto, somado as questões pessoais. Sentia a solidão me sufocando mas hoje tenh...

#Coluna da Mari: Eu sei qual trabalho quero pra vida (?)

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              Quem me conhece já sabe que sou concursada na área da educação. Acabei entrando nessa área procurando uma estabilidade e poder estudar, no meu caso, Direito. Embora admire a área, não me identifico o bastante para fazer dela minha carreira.     Durante uma parte da minha adolescência eu tinha certeza absoluta de que queria ser jornalista. Foi um sonho que alimentei durante muito tempo e me imaginava super na área. Porém a vida nos surpreende e ao longo de um período de tempo eu me dediquei a estudar para concurso, para como disse anteriormente, ter estabilidade.     Conforme estudei e de tanto entrar em contato com legislação e etc, acabei criando um interesse pelo Direito, e algumas pessoas se surpreenderam pela minha mudança, eu achava que seguiria o jornalismo para a vida toda e declarava isso pra Deus e o mundo. Tem algumas pessoas que crescem com um objetivo profissional, ou se deparam com um e se encant...

#Coluna da Mari: Só posso ser eu

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          Ultimamente tem se falado cada vez mais em amor próprio. E acho bacana essa idéia, mas não de modo egoísta ou numa vibe "narciso"(como na tragédia grega). Mais do que aparência, tenho descoberto algumas coisas sobre o amor próprio que aos poucos me moldam e me ajudam a amadurecer e mudar meu olhar sobre os outros.     Durante boa parte da minha vida tive vergonha do meu jeito, da minha personalidade, e agora que estou enfrentando isso, passando por esse desafio, queria ter no passado a percepção que tenho hoje. As pessoas não vão gostar de mim ou de como me comporto, e não tem problema nenhum.      Não significa também não mudar os comportamentos e pensamentos errados mas que a primeira pessoa á qual devo pensar sou eu mesma. Aprender a apreciar minha qualidades, meus dons e etc, e reconhecer e aceitar meus defeitos, enfrentando e melhorando eles a cada dia.     Tem certas características que não vou mudar, ...

#Coluna da Mari: Livros, um mundo pra chamar de nosso

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              Olá galera! Seguindo as sugestões recebidas, o tema do post de hoje é: Livros. Quem me conhece, ou que me siga nas redes sociais e etc, sabe que eu amo ler. Atualmente tenho 27 anos, e esse hábito entrou na vida lá pros 12/13 anos. Me lembro do meu tio Thutão me dando um livro chamado "Mariana" do Pedro Bandeira, livro que tenho até hoje. Minha próxima memória é da minha mãe me emprestando seu livro "Poliana"(que hoje é meu) da autora Eleano H. Porter. Desde então comecei a frequentar a biblioteca da minha escola na época, e me lembro de uns kits com livros que a escola dava, enviado pelo governo do Estado senão engano.     Quando mudei, da casa do meu pai para a casa da minha mãe, levei o hábito comigo. Eu lia tanto, e andava tanto com o livro para cima e para baixo que essa virou uma característica para me identificar. A leitura para mim sempre foi mais do que um hobbie, uma época foi a fuga da realidade para coisas ...

#Coluna da Mari: Solidão (sim ou não?)

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                A Marielle vai citar a terapia de novo? Sim haha, afinal ela tem sido um constante na minha vida, e que tem me ajudado a melhoras e amadurecer. Abri uma caixa de perguntas no meu instagram de textos (mcardosoescreve) e uma das sugestões foi o tema "solidão".     Senão me engano já falei desse tema aqui, mas daquela época pra cá, muita coisa mudou em mim. Eu sou uma pessoa que ama companhia, aquele agito familiar e tudo o mais, e começar a morar sozinha foi um grande desafio pra mim.     Lá se vão três anos, e nesse interim comecei a terapia. Um dos assuntos foi justamente o sofrimento que eu tinha de me sentir solitária (ou sozinha, se preferir o termo) e a crescente angústia que sentia me fazia sofrer muito. Em uma das consultas, minha psicóloga disse que eu devia enfrentar a solidão, ao que eu respondi "não". Ela por sua vez disse "mas você precisa", e me vi na missão de cuidar mais de mim e enfrentar meu...

#Coluna da Mari: O poder dos pensamentos (não tem nada de coach aqui)

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      Essa semana lendo a bíblia, li uma passagem que particularmente me fez refletir um tanto e queria compartilhar com vocês. Mesmo pra quem não for cristão e etc, acredito que vai acrescentar pra sua vida, vou usar alguns versículos em específico: Provérbios 4   2 3 Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos. 26 Pense bem no que você vai fazer, e todos os seus planos darão certo.     Não se preocupe, este pode não tem nada de coach. Não acredito nessa vibe de jogar as coisas pro universo que ele te devolve, mas eu acredito que nosso pensamentos são um guia, como uma bússola na nossa vida. O versículo 24 traz algo que eu acredito hoje, aquilo que a gente pensa afeta nosso subconsciente e nossas decisões, aquilo que mantemos como foco é o que vai definir o que faremos e teremos na vida, por isso é importante se conhecer e lembrar que nossa mente pode nos enganar, e que nossas emoções não podem assumir o ...

#Coluna da Mari: Machucados

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          Volta e meia algumas coisas do cotidiano me fazem refletir. Hoje estava cuidando de uns machucados que tenho e enquanto lavava pensei em como mesmo doendo, precisava fazer isso para que pudesse melhorar e acabei pensando em como isso se encaixa na vida.     A gente sempre tem alguam situação, trauma ou situações corriqueiras que nos ferem. Eu particularmente tenho a tendência a querer ignorar e fingir que tá tudo ok, mesmo aquilo me incomodando, no entanto, aos poucos estou aprendendo a lavar por assim dizer, essas "feridas". Seja falando sobre isso com quem preciso, seja podando certos comportamentos.     É muito doloroso, certamente, mas pra mim tem me ajudado a superar algumas coisas e a evitar dores que eu posso evitar, ou então a lidar com dores menores, já que até chegarmos ao nível de deixar costumes tóxicos (para com nós mesmos), sofremos ao deixar tais comportamentos.     Tenho aprendido que ainda que se...

#Coluna da Mari: + Gratidão, - Reclamação

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  Eu me considero reclamona, especialmente quando as coisas acontecem de modo inesperadamente negativo. Mas acho que todo mundo é um pouco assim, ou pelo menos a maioria. Nesse ultimo ano, a pandemia e toda essa problemática com o governo atual tem acentuado isso, e a cada dia mais difícil não reclamar ou se questionar. A indignação e a revolta parecem que grudaram na garganta e não querem sair mais.               Não vou vir com uma filosofia de "Poliana" com um jogo do contente, mas uma coisa é verdade: precisamos tentar tirar o melhor de casa dia. Não será fácil, e tem dias que parecerá impossível parecer ser grato por algo, e soa meio tolo usar o conceito de agradecer por estar vivo por exemplo, ou por respirar. Porém ainda que pareça tolo, é um pequeno passo diário que vai se tornar uma semente á ser regada com outras "gratidões".           Cada um tem suas dificuldades, as coisas na vida que não nos ag...

#Coluna da Mari: O Poder da empatia

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              Este ano iniciei o primeiro semestre da faculdade. Acabei por me tornar representante da turma. Parece importante não é? Posso dizer que sim, afinal, especialmente neste período de pandemia preciso transmitir aos colegas o conteúdo das matérias, informações e etc.     Sendo assim, estou sempre respondendo mensagens, tirando dúvidas e ficando à disposição. Como por falta de turma fiz primeiro o 3º semestre, posso ajudar meus colegas iniciantes. Digo isso porque muitas vezes recebo e escuto sobre como esta ajuda está sendo útil. Não digo isso para me envaidecer, mas uma ideia que tenho tido cada vez mais é sobre como falta empatia atualmente.     Claro que nem sempre temos disposição, mas falta boa vontade em ajudar ao próximo, compreender suas dores, ou apenas estar ali à disposição de dar um ombro amigo. Estamos todos tão ansiosos, estressados e preocupados, e plantar a gentileza não somente aquece o coração ...

#Coluna da Mari: O Efeito Primavera

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              Eu moro em um chácara, então sempre tenho que varrer uma parte do quintal pois cai as folhas das árvores (óbvio). Porém especialmente hoje reparei em uma acima de mim, é a Mangueira. Ela nunca deu uma fruta sequer, mas como qualquer árvore nesta estação do ano ela está trocando suas folhas.          Observando aquelas folhinhas pequenas e clarinhas, que contrastavam com as outras, fiquei encantada. Claro que varrer aquela quantidade enorme de folhas não é uma tarefa que seja a minha favorita, porém, refletindo um pouco sobre a situação, vi que há muito mais atrás disso.          Ela está trocando as folhas, afinal como um amigo me disse, a natureza faz isso, nenhuma planta fica com as folhas para sempre. De certo modo, as árvores trocam de roupa. Aquilo que é velho não é mais útil, e é necessário a manutenção de coisas novas, para que ela possa resistir as próximas estações e cum...

#Coluna da Marielle: Como Bridget Jones (ou quase)

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         Oi gente! Ressuscitei outra vez, e neste humilde post vou partilhar umas idéias com vocês. Alguém já viu o filme "Bridget Jones: No limite da razão" ou outro da franquia? Eu só assisti esse e pretendo assistir o seguinte. Mas não vou resenhar sobre os filmes, mas sobre minhas idéias e pensamentos sobre Bridget em geral.     No filme a personagem principal narra suas desventuras, realizações, angustias e vitórias emocionais e pessoas em seu diário. Sob certo ponto de vista, ela reflete como uma mulher se sente. Afinal, quem de nós nunca se sentiu a única a não ter um relacionamento ou que fracassa nos que tem, que não tem a tal sonhada posição no trabalho ou que nas reuniões de família se sente sufocada ou exposta em um aquário?      Ultimamente sinto-me assim, afinal a maioria das pessoas na casa dos 20 já está na corrida para suas realizações pessoais, mas será que este é o único critério de avaliação para ser bem suce...

#Coluna da Marielle: Sobre a maturidade (ou resoluções de ano novo)

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(imagens do post na internet)   Já faz um tempo (como de praxe) que eu ando sumida, mas hoje achei um tempinho e decidi postar, mas desta vez não sobre livro, mas sobre um pouco do que 2015 e a chegada deste ano me tem feito refletir. 2016. Ano Novo. E todos fazemos aquelas básicas promessas de início de ano não é?    Mas tenho pensado muito nisso e principalmente quando me toquei que já estou com 20, achei que seria melhor não fazer promessas, mas sim metas, como realmente entrar numa faculdade, e etc.     Ano Novo tem que trazer aquela expectativa legal não só para Janeiro. Claro que é difícil, mas decidir fazer acontecer pode fazer a diferença. Não só nas coisas “grandes”, mas nas pequenas sobre si mesmo e as coisas que deseja.   Até me surpreendo comigo e bem que gostaria de ter essa resolução bem antes, mas o importante é mudar algum dia, para melhor é claro.   Em breve trarei uma resenha põe aqui, até lá...