#Coluna do Nobre: Drug Parte II (Capítulo 1)
Alexandre Tem vezes que estamos tristes mais por certas situações nos fazemos de felizes. Não ligamos pra dor que isso ira nos causar, afinal o sorriso continua ali, seguro, frio. Você nunca sabe quando esta sorrindo de verdade ou esta dizendo pra si próprio ser forte. Essa metamorfose em forma de humano perambula por becos e vielas, morros e pistas, avenidas e estradas obrigando seus olhos nunca chorarem para que os outros não vejam sua fraqueza. Costumamos a procurar amores em lugares perdidos. Proibidos. Costumamos a sermos faíscas que acendem os fogos de artifício do ano novo. Porque somos chamas que acendem inseguros na alcova e queimamos kilometros de terra, somos o inicio nos tornamos meio e justificamos nossos fins. Somos jovens. Somos um vicio. Somos o que somos e dane-se. Ser jovem é ter noção da força e temer o quanto é forte. Isso não significa nada. Memórias não significam nada se não há quem se lembre delas. Onde estou?, foi a primeira pergunta que me veio a me...