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Mostrando postagens com o rótulo reflexão

#Coluna da Mari: Ano novo, pessoa nova (?)

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  Primeiro post do ano, espero escrever mais em 2026. O momento da virada do ano, quando o relógio muda e entramos num calendário novo me parecia muito mágico quando eu era mais nova, como se aquela "virada" literal deixasse tudo de ruim para trás e tornasse a vida melhor. Embora eu ainda goste de ver o relógio mudar, tenho pensado um pouco mais e quero que em 2026 a mudança seja eu mesma (nada de filosofia barata), teve muita coisa em 2025 em que eu não fui a melhor versão de mim, seja comigo mesma ou com pessoas que amo. Uma mudança não vai ocorrer se a gente mesmo não buscar por isso, não é rápido mas um passo de cada vez se vai ao longe. Ter paz com a gente mesmo e progredir como pessoa é o que acredito que vai fazer com que 2026 seja um ano diferente. Estabeleci algumas pequenas metas em outras áreas também e estou otimista, quero olhar para mim mesma no fim desde ano e sentir orgulho de quem sou. E você, fez as suas metas?

#Coluna da Mari: O que eu estou fazendo da minha vida?

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  Ainda bem que blog não pega poeira, senão este já era (brincadeira). Ultimamente não tenho tido lá tempo e criatividade maaaas vamos lá. Estou no último semestre da faculdade (ignorando a matéria que ficou para o ano que vem) e tem sido um furacão de emoções esse ano todo. No semestre passado apresentei o TCC (graças a Deus A-PRO-VA-DAAA) e foi um alívio intenso. Diferente do que se espera eu não fiz a prova da OAB ainda, preferi deixar para o ano que vem, é uma pressão muito grande e sinceramente não me sinto pronta agora. Ano que vem é só uma matéria e sinto que será melhor.  Junto com o fim do curso vem o alívio e o desespero do que vem em seguida, fora da faculdade já é o "mundo real" e a advocacia não é algo que almejo como carreira (se você está chocado, não fique) mas mesmo assim é bom ter a OAB. O caminho dos concursos é o que prefiro, assim como outras pessoas, bem diferente do que eu pensava no começo do curso, os planos mudam e tá tudo bem. Um pouco mais para fre...

#Coluna da Mari: Começos

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              É meio difícil escrever sobre qualquer coisa e não citar a pandemia. Afinal toda nossa rotina está sendo moldada a um "novo normal" e aos atos de prevenção ao Covid. Mas não é sobre ele que irei falar.     No meio destes ecentos, decidi tentar realizar um sonho que adiei e que tinha a algum tempo: começar a faculdade. Certamente parece loucura não? Mas eu já me sentia impelida a fazer algo mais, e como estou tendo mais tempo em casa, me sentia ociosa e constantemente cheia de pensamentos negativos.      Uma graduação por si só já é estressante, porém fazer algo por mim, e algo que eu queria, parecia uma oportunidade de preencher meus dias e pensamentos com algo produtivo e que vai, a longo prazo, melhorar minha vida e me levar até a carreira desejada.     Estou cursando Direito, e embora eu de certo modo sinta medo de não ser bem sucedida, insegurança e muitas (MUITAS) dúvidas, fora o stress, ...

#Coluna da Marielle: Sobre a maturidade (ou resoluções de ano novo)

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(imagens do post na internet)   Já faz um tempo (como de praxe) que eu ando sumida, mas hoje achei um tempinho e decidi postar, mas desta vez não sobre livro, mas sobre um pouco do que 2015 e a chegada deste ano me tem feito refletir. 2016. Ano Novo. E todos fazemos aquelas básicas promessas de início de ano não é?    Mas tenho pensado muito nisso e principalmente quando me toquei que já estou com 20, achei que seria melhor não fazer promessas, mas sim metas, como realmente entrar numa faculdade, e etc.     Ano Novo tem que trazer aquela expectativa legal não só para Janeiro. Claro que é difícil, mas decidir fazer acontecer pode fazer a diferença. Não só nas coisas “grandes”, mas nas pequenas sobre si mesmo e as coisas que deseja.   Até me surpreendo comigo e bem que gostaria de ter essa resolução bem antes, mas o importante é mudar algum dia, para melhor é claro.   Em breve trarei uma resenha põe aqui, até lá...

#Post da Thay: Sobre acordar apaixonadinha

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Sobre acordar apaixonadinha. Um salve para Camões que definiu o amor, mas esqueceu-se da paixão Sentimentozinho confuso e perverso que invade o coração Combustível da juventude e antecedente do amor Que nos faz sonhar acordados e ficar atônitos Que transforma o bruto e insensível  No lindo e romântico Que lapida, que endoidece, que completa, que esnoba e que quer mais Que invade, que arrasa, que faz perder os sentidos Que deixa um sorriso no canto dos lábios e o pensamento longe Que quer estar perto, carinho, apoio Que faz fazer poemas sem sentidos e dizentes do que se passa no coração Que entrega, que ciúma, que maltrata e que faz bem Que aquece o coração e nos torna seu refém.

#Coluna da Thay: O amor é um mandamento.

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 Onde está o seu amor? Onde está a necessidade de amar ao próximo como você ama a si mesmo?  Muitas vezes, nossa dificuldade de relacionamento com Deus está ligada à nossa dificuldade de exercer o amor ao próximo.  Em sua primeira carta, João foi muito claro quanto a isso: aquele que não ama, não conhece a Deus, porque Deus é amor.  E como eu posso dizer que amo a Deus, se tenho dificuldade de amar e perdoar meu vizinho, ou aquela “vaca” da minha escola/faculdade, ou meu irmão…  Que nosso amor seja exercido e não apenas estampado em uma camiseta. Se o amor é um mandamento, faça o que lhe foi mandado.

#Coluna da Thay: Sobre a força das palavras.

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 Eu andei sumida. E a culpa é do fim do curso. O bom do sumiço é que você analisa tantas coisas e tantas ideias surgem.  Eis aqui meu surto reflexivo: Provérbios 12:18 diz: "Há palavras que ferem como espada, mas a língua dos sábios traz cura." Ontem eu ouvi uma frase incrível: se você pode destacar algo positivo em uma pessoa, porque apontar algo negativo? Palavras são ânimo pra alma de alguém. Palavras de apaixonados nos deixam meio retardados, palavras de incentivo de amigos nos dão forças. Da mesma maneira, palavras ferem mais que atitudes. Palavras são guardadas e dificilmente esquecidas. Então, controle sua língua. Pense antes de falar e, quando falar, procure proferir palavras que gerem vida para alguém. Só em um bom dia você pode mudar vidas, mesmo que não saiba.

#Coluna da Thay: Sobre esquecer

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Sobre esquecimento de datas importantes, que não deviam ser esquecidas e, caso fossem, deveriam ser recompensadas.   Mais um ano se passou. E lembro de comer um pedaço de bolo que você me levou. Minha memória anda falha, mas isso não é desculpa pra deixar passar uma data importante. Seu dia agora ganhou um novo significado pra mim. Sei lá. Tem gente que não gosta de aniversário. Tem gente que prefere se esconder a deixar saberem que está de idade nova. Eu não. Eu gosto dos parabéns, dos desejos clichês que nunca saem de moda, das felicitações, das lembrancinhas, nem que sejam coisinhas simbólicas sem valor de mercado,mas com alto valor sentimental. Então. Primeiramente, I'm sorry for esquecer do seu dia (que por sinal não será mais esquecido por mim). Segundamente, te desejo todos aqueles desejos clichês que nunca saem de moda e que sempre fazem bem. Sabe aqueles? Muito amor, saúde, paz,felicidades...  No entanto, te desejo também muitas bandas legais que surjam, c...

#Coluna da Thay: Individualismo Brasileiro

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Heeeey Guys!  Tava escrevendo uma redação para uma disciplina da faculdade e achei legal falar sobre esse tema. Acho que vocês já perceberam que eu adoro fazer as pessoas refletirem sobre algo né? Acabei fazendo um texto meio chato, mas formador de opinião e sobre um tema que precisamos estar atentos. O próximo é outra pessoa. Outro ser humano que merece respeito. Então, segue o apanhado histórico chato, mas enriquecedor. hahahah Se pararmos para analisar a evolução histórica do homem enquanto trabalhador, vemos que o termo usado acima, evolução, pode não ser muito bem aplicado. Tendo em consideração as coisas que foram aprendidas na escola, em relação à mudança cronológica dos tipos de trabalho, percebe-se que há um fator que persiste: a dominação de um superior em relação a seu subordinado. E o que isso tem a ver com a questão do individualismo brasileiro? Simples. Ao observar a mudança ocorrida nos tipos de trabalho há sempre um sujeito detentor do poder que “abusa” de...

#Coluna da Thay:um post breve sobre um amor tão lindo.

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 Então quem pode nos separar do amor  de Cristo? Serão os sofrimentos, as dificuldades, a perseguição, a fome, a pobreza, o perigo ou a morte? Pois eu tenho a certeza de que nada pode nos separar do amor de Deus: nem a morte, nem a vida; nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais; nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo. Em todo o Universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor. Romanos 8:35, 38-39 NTLH  E mesmo que você pense que Ele não te escuta, ele escuta. Ele só está esperando você parar de procurá-lo só nas dificuldades e passar a reconhecer Ele como Deus em todos os momentos. Confie nesse amor. Por pior que seja a situação, Deus nunca, nunca, nunca decepciona.

#Coluna da Thay: Sobre ser livre

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Olá habitantes da Terra! Ultimamente me pus à pensar sobre o que é ser livre. Nós vivemos em uma sociedade que proclama liberdade de expressão, liberdade para se viver como quer, liberdade que se dá a um jovem quando este completa 18 anos. E pra quê? Sempre seremos reféns e dependentes de algo que nos aprisiona ou alguém que nos quer bem. Um vício em alguma coisa, pais preocupados que proíbem ou liberais que permitem. Estamos constantemente debaixo de autoridades, seja no trabalho, seja em casa, seja na faculdade ou na escola. Até nas brincadeiras infantis tem aquela criança que é a líder. E o que isso te faz pensar? Nós temos a liberdade de fazermos o que for, mas sempre seremos dependentes de alguém a quem prestaremos conta de nossos atos. Então, use da sua liberdade com consciência. Seja livre, mas lembre que toda ação leva à uma reação. Use sua liberdade pra fazer a diferença. P.S: devido a reta final do meu curso, estarei publicando apenas às sextas feira....

#Coluna da Thay: Eclesiastes 2:12-16.

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Salomão teve crise de existência. Quem lê esse livro acha até que ele tava meio deprê. Mas, as perguntas que ele faz, são perguntas que nos sufocam sempre: qual o sentido de se esforçar  tanto se as coisas não mudam? Será que um dia aparecerá algo capaz de me entusiasmar? Qual o sentido da vida, afinal? Olha o texto: Então, passei a pensar sobre a sabedoria, a loucura e a insensatez. O que o sucessor do presidente faz, além de repetir o que o outro já fez e colocar outro nome? Percebi que a sabedoria é melhor que a insensatez, assim como a luz é melhor que as trevas. O homem sábio pensa antes de tomar decisões importantes, enquanto o tolo age por impulso. E no fim, os dois tem o mesmo destino. Aí eu fiquei pensando: o que a acontece a quem não se esforça, também me acontecerá, então qual a vantagem de ser sábio? Isso não faz o menor sentido! Nenhum dos dois serão lembrados pra sempre, nem o sábio, nem o tolo. No futuro, eles serão esquecidos. Como é que uma ...