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#Poeminha: Olhos

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Oi gente, andei meio sumidinha, mas trouxe um poema pra lembrar que eu existo hahaah

#Bíblia: Ester Capítulos 1/2

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            A história de Ester relata sobre como uma mulher deve ser. Após Vasti agir com rebeldia com seu marido, também rei, ela perdeu sua posição de privilégio e de esposa, além do respeito de todo o povo. Já Ester era uma mulher temente a Deus e a Mordecai que era sua figura paterna, isso a tornava uma pessoa cuja presença agradava as pessoas e que atraiu a afeição de Assuero. Ester não era apenas bela por fora, mas possuía um coração que esteva centrado em obedecer tanto ao pai terreno quanto ao celestial, inclusive nas situações difíceis que enfrentaria, e também seu posicionamento fez com que Assuero a apoiasse mesmo quando um de seus homens mais importantes estava contra ela, e então Ester pode presenciar a vitória e ter um marido e seu pai ao seu lado, além de agradar a Deus.

#Coluna da Mari: Solidão

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Não gosto da solidão. Aliás, tem muita gente que gosta. A solidão nos faz refletir, faz nosso subconsciente empurrar até o consciente pensamentos, emoções e desejos que não gostamos ou então que não queremos ter. Em alguns casos, faz surgir o que não sabíamos carregar em nós. O ser humano é programado pra interagir, para apreciar o contato com outro de sua espécie, não necessariamente num relacionamento romântico, mas pelo fato de ter interação com outra pessoa. Morar sozinha, como é o meu caso, é muitas vezes uma experiência ansiada por muitos pois isso traz o vislumbre de uma liberdade. Porém para mim tem sido um período de descobertas, acompanhadas da solidão. Obviamente não estou abandonada e nem me vitimizando. Amadurecer é um processo solitário, não é fácil e muitas vezes não se tem aquela coragem imediata que queremos ter, ao contrário, nos faz ter que produzi-la. A solidão é uma companheira exigente, que impõe seu lugar e ocupa o espaço. É preciso aprender a lutar com ela, p...

#Resenha da Mari: As luzes mais brilhantes, de Augusto Alvarenga

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        Olá galera! Este mês acabei de ler um do livros que ganhei de aniversário (foi em 24/Maio) , é de autor brasileiro e ambientado em São Paulo, em sua maior parte na magnífica Av. Paulista, se chama "As luzes mais brilhantes" e é do Augusto Alvarenga. Logo de início o título chama a atenção, assim como a capa que é muito atraente.    Este lindo romance tem personagens que saem de certo modo do padrão de protagonistas de romance já que nosso casal se conhece numa situação constrangedora: um belo esbarrão na rua, ccom bicicleta no meio e tudo.    O que poderia acabar só em um "desculpe" e cada um para seu lado, acaba numa conversa em um Starbucks (Hummmmmmmm). Assim, Julíen, um jovem com dificuldades extremas em seu relacionamento com sua mãe, a qual praticamente nunca vê, e Bruna, uma estudante de cinema acabam tornando um acidente em algo mais. Confesso que tinha bem mais expectativas para o livro, porém como a h...

#Coluna da Mari: O mau do escritor

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O mau do escritor 03/06/2018 Olá pessoal! - - - - X Todo mundo tem dentro de si um escritor. Pode ser em maior ou menor proporção mas tem. Porém, entre esses que exercem seu lado autor tem um problema bem comum, além do famoso bloqueio criativo, é o excesso criativo. Pra quem vê assim não parece um problema, afinal o que tem de ruim em umas ideias a mais? No meu exemplo: às vezes tenho períodos de seca total de idéias (T-O-T-A-L), mas tem tem momentos que isso se reverter e eu tenho demais. Daí você pensa: é só escrever, porém não é bem assim. Entre a cabeça do escritor e o papel/computador existe um universo inteiro que em várias situações é difícil de transcrever. Agora associe isso a outro “mau”: a auto crítica severa. Para muitos escritores é difícil gostar do que escreve, ou então se fica em passar tempos reescrevendo para tentar atingir o ápice da perfeição. Se você se identificou, se acalme, o dia a dia da escrita e o tempo ajudam a superar. Eu saí a duras...

#Coluna da Mari: Na quarta eu chorei

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Na quarta eu chorei 26/05/2018 Boa noite galera - - - - X Esses dias  eu tenho passado por algumas coisas que tem me deixado meio tensa, e chorei. Não escrevo esse post para me lamentar, mas para falar sobre o choro. O que ele tem de importante afinal? Eu na real não chorava daquele jeito faz tempo, mas chorar pode lavar a alma. A gente vive numa era onde as pessoas ou expõe demais o que sentem, ou se fecham demais, e muitas vezes ninguém liga. Se alguém se mostra demais é dramático, é “mole" , ou exagerado, já quem não o faz é fechado. Quem nunca quis um colo amigo, um apoio? Nesses tempos de “extremismo” geral, é importante pensarmos no que sentimos, saber o momento de mostrar isso, mas também de ser sensível para com o outro e amparar quem precisa. Bora pensar nisso? Insta: @mcardosoescritora

#Coluna da Mari: Platônico

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Platônico Hello galera! - - - - X Quem nunca teve uma paixonite na vida que atire a primeira folha de caderno com o nome do (a) amado (a) escrito dentro de um coração, digo, que atire a primeira pedra. Quando eu tinha uns 13, até meus 16, tive uma dúzia delas (não que não tenha mais), porém na época ainda tinha um certo ar de inocência, era aquele sonho acordado com o crush (termo que não existia), com estar do lado da pessoa e sentir as mãos suando ou ficar sorrindo igual bobo só de ver o alvo da paixonite. Hoje em dia, não sei se por causa do avanço da tecnologia, ou dessa geração ser meio diferente da minha ou qualquer coisa do tipo, mas as “paixonites” meio que parecem ter sumido. As garotas não são mais tão tímidas, os rapazes menos ainda, já rola aquela paquera direta e reta, às vezes nem isso. Não que seja contra um flerte mais óbvio, afinal nem todo mundo adivinha quando é alvo do afeto de alguém, mas aquele charme da paquera, a calma da conquista meio q...