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#Coluna da Mari: + Gratidão, - Reclamação

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  Eu me considero reclamona, especialmente quando as coisas acontecem de modo inesperadamente negativo. Mas acho que todo mundo é um pouco assim, ou pelo menos a maioria. Nesse ultimo ano, a pandemia e toda essa problemática com o governo atual tem acentuado isso, e a cada dia mais difícil não reclamar ou se questionar. A indignação e a revolta parecem que grudaram na garganta e não querem sair mais.               Não vou vir com uma filosofia de "Poliana" com um jogo do contente, mas uma coisa é verdade: precisamos tentar tirar o melhor de casa dia. Não será fácil, e tem dias que parecerá impossível parecer ser grato por algo, e soa meio tolo usar o conceito de agradecer por estar vivo por exemplo, ou por respirar. Porém ainda que pareça tolo, é um pequeno passo diário que vai se tornar uma semente á ser regada com outras "gratidões".           Cada um tem suas dificuldades, as coisas na vida que não nos ag...

#Coluna da Mari: O Poder da empatia

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              Este ano iniciei o primeiro semestre da faculdade. Acabei por me tornar representante da turma. Parece importante não é? Posso dizer que sim, afinal, especialmente neste período de pandemia preciso transmitir aos colegas o conteúdo das matérias, informações e etc.     Sendo assim, estou sempre respondendo mensagens, tirando dúvidas e ficando à disposição. Como por falta de turma fiz primeiro o 3º semestre, posso ajudar meus colegas iniciantes. Digo isso porque muitas vezes recebo e escuto sobre como esta ajuda está sendo útil. Não digo isso para me envaidecer, mas uma ideia que tenho tido cada vez mais é sobre como falta empatia atualmente.     Claro que nem sempre temos disposição, mas falta boa vontade em ajudar ao próximo, compreender suas dores, ou apenas estar ali à disposição de dar um ombro amigo. Estamos todos tão ansiosos, estressados e preocupados, e plantar a gentileza não somente aquece o coração ...

#Indicacão: O Grande Gatsby, livro

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  (imagem site Omelete) Ambientado em Nova York no verão de 1922,vemos através dos olhos de Nick Carraway uma sociedade movida pelo desejo de status e riqueza. Ao se mudar para a cidade, Nick conhece a lenda das festas mais badaladas da cidade, o icônico Jay Gatsby. A amizade profunda entre os dois se vê na drama entre uma antiga paixão de Gatsby e Daisy, prima de Nick, que é casada com o prepotente Tom Buchanan. Será que Nick irá reaproximar o casal? Quem realmente é Jay Gatsby? Numa edição bilíngue de capa dura e ricamente trabalhada, O Grande Gatsby de F Scott Fitzgerald é um clássico americano super indicado cuja beleza permanece através do tempo, imortalizado em filme com atuação de Leonardo Di Caprio e Tobey Maguire. Já leram? Siga-me no Instagram @mcardosoescritora 👇🏻Foto do meu exemplar 

#Coluna da Mari: O Efeito Primavera

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              Eu moro em um chácara, então sempre tenho que varrer uma parte do quintal pois cai as folhas das árvores (óbvio). Porém especialmente hoje reparei em uma acima de mim, é a Mangueira. Ela nunca deu uma fruta sequer, mas como qualquer árvore nesta estação do ano ela está trocando suas folhas.          Observando aquelas folhinhas pequenas e clarinhas, que contrastavam com as outras, fiquei encantada. Claro que varrer aquela quantidade enorme de folhas não é uma tarefa que seja a minha favorita, porém, refletindo um pouco sobre a situação, vi que há muito mais atrás disso.          Ela está trocando as folhas, afinal como um amigo me disse, a natureza faz isso, nenhuma planta fica com as folhas para sempre. De certo modo, as árvores trocam de roupa. Aquilo que é velho não é mais útil, e é necessário a manutenção de coisas novas, para que ela possa resistir as próximas estações e cum...

#Coluna da Mari: Começos

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              É meio difícil escrever sobre qualquer coisa e não citar a pandemia. Afinal toda nossa rotina está sendo moldada a um "novo normal" e aos atos de prevenção ao Covid. Mas não é sobre ele que irei falar.     No meio destes ecentos, decidi tentar realizar um sonho que adiei e que tinha a algum tempo: começar a faculdade. Certamente parece loucura não? Mas eu já me sentia impelida a fazer algo mais, e como estou tendo mais tempo em casa, me sentia ociosa e constantemente cheia de pensamentos negativos.      Uma graduação por si só já é estressante, porém fazer algo por mim, e algo que eu queria, parecia uma oportunidade de preencher meus dias e pensamentos com algo produtivo e que vai, a longo prazo, melhorar minha vida e me levar até a carreira desejada.     Estou cursando Direito, e embora eu de certo modo sinta medo de não ser bem sucedida, insegurança e muitas (MUITAS) dúvidas, fora o stress, ...

#Coluna da Mari: Viver e existir

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              Seguindo mais uma sugestão de temas, vamos ao texto de hoje. No dicionário, a palavra viver significa:  verbo intransitivo,  Ter vida ou existência;O contrário de morrer. Ex: O doente ainda vive.  Já existir significa:  verbo intransitivo,  Ser num dado momento; viver Ex: nunca existiu outra pessoa como você. O contrário de inexistir. Claro que não usamos esse sentido no dia a dia e os significados são resumidos.       Viver pode ser entendido como respirar, andar, ou só estar com seu corpo "ativo". Alguém que está em coma está vivo fisicamente, mas não existe. Em minha opinião, a vida é este fôlego que temos, os dias determinados que teremos e etc. Muitas pessoas tem tudo o que qualquer um desejariam, vivem um luxo mas não existem.     O ser humano tem esse desejo de buscar algo mais, que dê sentido a existir. Seja em Deus e em realizações profissionais/acadêmicas, como no ...

#Coluna da Mari: Produtividade

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    Esses dias fiz uma caixa de perguntas no meu instagram (@mcardosoescritora) e recebi umas sugestões bem interessantes. Uma delas foi a seguintes: "Sempre temos de ser produtivos de algum modo".   A produtividade virou um tema bem recorrente nesta pandemia, especialmente no começo. Todo mundo estava acostumado a essa rotina apressada do Séc 21: trabalhar, estudar, cuidar do corpo, ter vida social. E nestes quesitos todos ainda tínhamos que seguir padrões, seja sermos funcionários proativos e que cumpriam suas metas incrivelmente ou seja sermos excelentes nos estudos, atividades extra curriculares. Ou termos vários amigos, ter redes sociais abarrotadas e com conteúdo.  Fora as obrigações sociais e suas comparações. Quem tem filho e quem não tem, quem tem um super relacionamento e quem não tem. Mas a pandemia quebrou repentinamente um padrão que já era ruim, e reforçou ainda mais a questão da produtividade. O que fazer com tanto tempo disponível?     ...