#Coluna da Marielle: Fabrício (capítulo 9)- último capítulo




          Durante o último ano, Jane e Clarisse aprenderam a lidar com a situação surgida com Fabrício, mas no fim tudo se resolveu. Clarisse e Gabriel se apaixonaram perdidamente, e no início da faculdade (Jane em fotografia e mídias e Clarisse em artes cênicas e canto), cada uma se sentia feliz na amizade e no namoro.
  -O Gabriel disse que quer me fazer uma surpresa.- Clarisse disse muito animada, em um dia de primavera em suas formaturas da faculdade.
  -Imagino que seja algo bem fofo, depois me conte tudo!- Jane se sentia tão curiosa e animada quanto a amiga.

   No dia seguinte, Clarisse contou que fora pedida em casamento, óbvio que convidara em seguida Jane e Fabrício como padrinhos. A cerimônia fora na praia e muito linda, e Jane se imaginava no lugar da amiga, mas apesar das coisas com Fabrício estarem indo bem, ela não queira contar com algo que não tinha certeza: a dele querer dar um passo mais sério no relacionamento. Logo que a faculdade acabou, Jane decidiu que abriria um negócio.
-Eu irei te ajudar.- disse Fabrício, que se formara em TI.
-Mas não tem a ver com sua área.- ela respondeu beijando-o.
-Tem, se nós estivermos juntos.- ele disse se ajoelhando, e abrindo uma caixinha com um lindo anel.- Eu sei que este anel talvez seja pouco com relação ao que merece, mas eu quero que veja o amor qie este anel representa. Me daria a honra de ser seu marido e fazê-la feliz por toda a vida?
Corada e com o rosto repleto de lágrimas, Jane aceitou.

    A cerimônia foi na igreja cristã que Jane ia desde pequena. Clarisse animada, foi a madrinha que mais corou de alegria. Fabrício se sentia realizado, afinal, acabava de se casar com seu primeiro amor. E Jane, se sentia feliz e surpresa, acabava de casar com o homem que julgava ser o pior de todos, e que hoje amava com todo seu coração.
   Algumas coisas na vida não acontecem como pensamos. Afinal, Jane pensava, onde que uma garota tão certinha e um cara que não ligava para convenções sociais dariam certo?

Mas deu, e na lua de mel, em um hotel elegante no litoral da cidade, conforme se uniam fisicamente, tiveram a certeza de que pertenciam, de que foram feitos um para o outro. Eles ainda brigavam ás vezes, mas cada situação resolvida era vencida, a cola que unia ambos era o amor, que mesmo não sendo do que chamariam de perfeito, trazia a verdadeira felicidade a ambos.

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