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Mostrando postagens de agosto, 2020

#Coluna da Mari: Viver e existir

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              Seguindo mais uma sugestão de temas, vamos ao texto de hoje. No dicionário, a palavra viver significa:  verbo intransitivo,  Ter vida ou existência;O contrário de morrer. Ex: O doente ainda vive.  Já existir significa:  verbo intransitivo,  Ser num dado momento; viver Ex: nunca existiu outra pessoa como você. O contrário de inexistir. Claro que não usamos esse sentido no dia a dia e os significados são resumidos.       Viver pode ser entendido como respirar, andar, ou só estar com seu corpo "ativo". Alguém que está em coma está vivo fisicamente, mas não existe. Em minha opinião, a vida é este fôlego que temos, os dias determinados que teremos e etc. Muitas pessoas tem tudo o que qualquer um desejariam, vivem um luxo mas não existem.     O ser humano tem esse desejo de buscar algo mais, que dê sentido a existir. Seja em Deus e em realizações profissionais/acadêmicas, como no meu caso, ou em ter muito dinheiro, sexo ou bebidas aos montes, ou em qualquer outra cois

#Coluna da Mari: Produtividade

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    Esses dias fiz uma caixa de perguntas no meu instagram (@mcardosoescritora) e recebi umas sugestões bem interessantes. Uma delas foi a seguintes: "Sempre temos de ser produtivos de algum modo".   A produtividade virou um tema bem recorrente nesta pandemia, especialmente no começo. Todo mundo estava acostumado a essa rotina apressada do Séc 21: trabalhar, estudar, cuidar do corpo, ter vida social. E nestes quesitos todos ainda tínhamos que seguir padrões, seja sermos funcionários proativos e que cumpriam suas metas incrivelmente ou seja sermos excelentes nos estudos, atividades extra curriculares. Ou termos vários amigos, ter redes sociais abarrotadas e com conteúdo.  Fora as obrigações sociais e suas comparações. Quem tem filho e quem não tem, quem tem um super relacionamento e quem não tem. Mas a pandemia quebrou repentinamente um padrão que já era ruim, e reforçou ainda mais a questão da produtividade. O que fazer com tanto tempo disponível?     Se você não estuda é pre

#Momento Playlist: Meu top 5 do Coldplay

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          Quem me conhece sabe que eu amo Coldplay. Desde os tempos de Viva la Vida, Speed of sound e etc, que escuto as musicas desta  banda britânica que está unida desde 1996. Então neste resgate do meu blog deixo uma lista com minhas 5 favoritas (que desafio!) 1- Paradise, conhecida como "a música do elefante" 2 - Hymm for weekend (a com a Beyoncé) 3- Adventure of a lifetime (com o clipe dos macacos) 4- Lovers in Japan 5 - Speed of Sound Claro que existem umas e outras que certamente eu amo, então não me prendo a uma lista mas essas certamente não faltam em minha playlist. Espero que curtam ;-)

#Coluna da Mari: Nosso tempo

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     Eu comecei a escrever quando tinha uns 13 anos. Tentei escrever um livro cuja história era bem boba e sem noção, mas me sentia o máximo escrevendo. Tinha uma rotina regular, desde o livro até poemas ou frases. Escrevia em qualquer papel, agenda, caderno ou espaço que encontrasse.     Era capaz de escrever por horas, isso sem contar as leituras. Andava pra cima e pra baixo com um livro, a ponto de isso se tornar uma marca registrada e eu ser chamada de "menina do livro". Na escola era reconhecida por ler muito e viver na biblioteca.      Claro que nessa época não tinha as responsabilidades de hoje e certamente tinha mais tempo. Com o passar de fases de vida fui reduzindo as leituras e o bloquinho ou o que tivesse na bolsa para escrever foi ficando cada vez mais esquecido.     Fui me desmotivando e deixando pra depois, a ponto de ter um tempo que me questionava se era realmente escritora ou tivesse perdido meus "poderes". No começo da pandemia entrei naquela conf

#Coluna da Mari: Gostar de ler

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       Para quem é fã da saga Crepúsculo (ou não), talvez tenha ouvido falar do livro "Sol da meia noite", a versão de Edward para o livro Crepúsculo, que já era meio que lenda urbana graças aos capítulos supostamente vazados a alguns anos atrás. Devido a isso, retomei minha pré/adolescência e voltei a ler e assistir a famosa história de amor entre uma humana e um vampiro.     Este post não é para falar do enredo de Stephenie Meyer, mas relendo o primeiro livro, senti de novo aquela diversão que se tem ao ler algo que gostamos. Num país onde a cultura não é valorizada, ás vezes é difícil ser um leitor, já que o acesso para muitos é difícil, o hábito não é incentivado e os preços muitas vezes não ajudam. Muitas editoras tentam competir no mercado que é tomado pelas grandes editoras e acabam não conseguindo espaço, e todo o processo de publicação e lançamento é custoso.     Obviamente sei das dificuldades, mas com a #defendaolivro fica uma questão que deve ser analisada. A leit

#Coluna da Mari: Metas

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    Acho que para qualquer pessoa, assim como eu,  seria o ano de realizar muitas metas. Aquelas que queríamos realizar a muito tempo, além de um monte de feriado que caem na semana (quem não ama emendar um feriadinho?)      Mas daí surgiu essa pandemia e muitas metas, senão todas, foram adiadas. Fica uma sensação de frustração tão grande, isso sem contar o desânimo. Os primeiros dias de quarentena para mim foram cheios de incerteza, angústia e dúvidas.  Era muito mais fácil ceder a tristeza e ficar cheia de medo.      Porém conforme o tempo foi passando e tive que retornar ao trabalho, tive que ser mais resiliente, aprender a aceitar a ansiedade e lidar com ela e compreender que não vou estar bem o tempo todo.      Claro que não me tornei super forte nem nada disso, tem dias que ainda são muito difíceis para mim e recorro a minha fé e aos pontos positivos da vida para ficar bem. Ás vezes demora, mas consigo passar por mais um dia e ver o sol nascer de novo.     Embora algumas coisas