#Coluna da Thay: Individualismo Brasileiro





Heeeey Guys!
 Tava escrevendo uma redação para uma disciplina da faculdade e achei legal falar sobre esse tema. Acho que vocês já perceberam que eu adoro fazer as pessoas refletirem sobre algo né? Acabei fazendo um texto meio chato, mas formador de opinião e sobre um tema que precisamos estar atentos. O próximo é outra pessoa. Outro ser humano que merece respeito. Então, segue o apanhado histórico chato, mas enriquecedor. hahahah

Se pararmos para analisar a evolução histórica do homem enquanto trabalhador, vemos que o termo usado acima, evolução, pode não ser muito bem aplicado. Tendo em consideração as coisas que foram aprendidas na escola, em relação à mudança cronológica dos tipos de trabalho, percebe-se que há um fator que persiste: a dominação de um superior em relação a seu subordinado. E o que isso tem a ver com a questão do individualismo brasileiro?
Simples. Ao observar a mudança ocorrida nos tipos de trabalho há sempre um sujeito detentor do poder que “abusa” de um sujeito mais fraco, tendo em vista seu próprio benefício. Na idade média, o sistema socioeconômico dominante era o feudalismo, que consistia em um regime de servidão. Um sujeito que nascia vassalo, quase impossivelmente se tornaria nobre. No século XIX, com a revolução industrial, o trabalho manual foi substituído por máquinas, que embora maximizassem a produção, “escravizava” os empregados que manuseavam as máquinas, oferecendo salários paupérrimos em relação à carga de horário trabalhada.
Em pleno século XXI as relações não são muito diferentes. O Brasil passa por uma crise econômica, na qual muitas indústrias e empresas estão desligando seus funcionários para diminuir gastos, enquanto a minoria da população do nosso país esbanja dinheiro no que quer que for.
Vivemos em uma sociedade que, embora criada para ser moderna e democrática, privilegia uma minoria por causa de sua condição financeira (que na maioria das vezes é política) e gera desigualdade. O ser humano não é mais visto como indivíduo, mas como objeto, servindo apenas para atender a interesses pessoais e, caso não desempenhe tal função, pode ser ignorado ou destruído.

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